sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

3 Sobre: Arreios






Não me censure, não me corrija
Não tente me dizer que tais palavras não me caem bem
As palavras sempre me caem bem
Eu não posso dizer que “estou ferrada”,
Quando estou absolutamente fudida.

Não me censure,
Não me diga que a piada foi sem graça,
Que lhe fiz passar vergonha
Não diga que eu falei a coisa errada,
Se eu já falei, o erro agora é seu ao repetir.

Não me diga como agir,
Não me dome
Eu sempre fujo das amarras.
Não me corrija,
Se eu falar “que nem”
É por que é tudo igual
Se eu fizer tudo sempre igual
Ninguém se diverte “que nem” você.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

2 Pensando em 2011...

Ainda pensando em Ser, Não ser, fazer, esperar... Eu decidi pedir:

Fazei de mim instrumento de vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.


Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...


Amém!
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