sábado, 16 de junho de 2012

Estou chorando. De verdade. Lágrimas pesadas de "nada". Não é dor, nem saudade, nem nada... É só um jeito de celebrar o fim.
Um jeito de dizer que "Acabou, mas estou vivendo. E sei que você sobreviverá. Sei que o que foi bom ficou na fotografia, sei que o que não foi, trará lágrimas para nós dois por muitos dias.
Acabou. Mas eu ainda quero te abraçar se eu estiver muito cansada, e de vez em quando eu vou chorar te pedindo desculpas por ser assim.
Acabou, mas eu ainda sou "papoula da índia" e ainda sou a garotinha do papai.
Acabou, mas não foi por mal, não foi por nada... Nada foi por acaso...
Acabou... E vai doer, mas vai passar"

terça-feira, 12 de junho de 2012

Foi avisada desde o início, e sabia onde estava pisando. Mas, com seu jeito desajeitado e as doses que bebeu no caminho, se desequilibrou e caiu.
Ele não ia dar a mão para ela. 
A mão dele, não era dela.
Ela juntou seus caquinhos e empilhou: Jurou que só ia sorrir de novo daquele jeito bobo, quando alguém sorrisse para ela primeiro, um sorriso de exclusividade. Mas sabia que se ele, sorrisse para ela de volta, Estaria lá, brilhando a falsa alegria que ele sempre lhe trazia...
E ela sorriu a cada toque, e a cada suspiro... E quando ele sorria, ela queria que fosse por causa dela.
Mas não era. Nunca era. E não seria.
Ela sabia. Mas naquele dia, Chorou de saudades dos barulhos do riso dele.
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