Minhas bobagens (não tão bobas assim) não merecem ser divididas. Guardo meus sofrimentos em uma pequena caixa no alto de um armário. Vez ou outra, recolho as novas bobagens e dores, misturo às antigas e somo saudades e ausências.
Não mostro a ninguém. Não mostro nada a ninguém: Nem quem eu sou nessa hora, nem quem me faz falta agora.
Guardo as lembranças e bobagens num canto escondido. Lustro-as para mim mesma.
Não vou dizer para vocês o que me causa dor. Vocês diriam que é pura bobagem.
Mas daquele sorriso bobo, eu não esqueço.








