Sofro pelo que não vejo. Pelo que imagino.
Sofro não pelo que me dizem, mas pelas coisas que imagino que falam na minha ausência.
Sofro. Sofro porque a minha imaginação pode ser muito pior que os fatos.
Sofro por querer ser querida, por querer ser importante, por querer que me olhem e vejam o que eu sou.
Eu sofro porque sou burra mesmo.
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