sexta-feira, 17 de maio de 2013

0 Brigamos sem brigar...

Como diria Humberto Gessinger "Brigamos sem Brigar".
E a Super amiga vira amiga,que vira colega, que vira conhecida e que em algum tempo, é completamente estranha.
Estranha do jeito que sempre foi, porém, quando perto dos meus olhos era tão fácil compreender.
Brigamos sem brigar e de algum modo, queria que fizessemos as pazes, sem precisar fazer.
Sinto falta do cheiro bom que ela deixava na minha casa, na minha roupa, nas minhas mãos. Sinto falta de quando ela me olhava e dizia "Você consegue"
Sinto falta de quando ela me dizia "Margarida, Margarida... minha flor favorita" e sinto falta das nossas canções.
Talvez, nem fosse tão bonito, mas era de verdade. Era muito de verdade.
Que saudades eu tenho, das verdades que a gente dividiu.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Vivia de migalhas. Como um roedor nojento que era a única coisa a qual conseguia se comparar.
Qualquer resto era banquete naqueles dias. Qualquer resto pra ela servia.

E quando o resto lhe era negado, ela chorava sozinha.
Pq é na solidão que ficam os seres nojentos. Encolhidos no canto, entre o que foi rejeitado.

Existe quem aprecie roedores. Mas nunca por muito tempo.

Ficaria como tudo o que não presta: apodrecendo sozinha.



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