Minhas bobagens (não tão bobas assim) não merecem ser divididas. Guardo meus sofrimentos em uma pequena caixa no alto de um armário. Vez ou outra, recolho as novas bobagens e dores, misturo às antigas e somo saudades e ausências.
Não mostro a ninguém. Não mostro nada a ninguém: Nem quem eu sou nessa hora, nem quem me faz falta agora.
Guardo as lembranças e bobagens num canto escondido. Lustro-as para mim mesma.
Não vou dizer para vocês o que me causa dor. Vocês diriam que é pura bobagem.
Mas daquele sorriso bobo, eu não esqueço.









2 comentários:
Que coisa linda, Deise! Sempre lembro de ti quando assisto ao Jô. Beijo da Mi...
Olá!
Adorei o que escreveu! O final ficou demais:
"... Mas daquele sorriso bobo, eu não esqueço."
Ganhou mais um leitor !
Abs!
Tiago
www.tudomentira.com.br
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Oi? Você vem sempre aqui?