sexta-feira, 12 de agosto de 2011

2 Meia boca, meia-lua, Toda tarde, a vida inteira


Minhas bobagens (não tão bobas assim) não merecem ser divididas. Guardo meus sofrimentos em uma pequena caixa no alto de um armário. Vez ou outra, recolho as novas bobagens e dores, misturo às antigas e somo saudades e ausências.
Não mostro a ninguém. Não mostro nada a ninguém: Nem quem eu sou nessa hora, nem quem me faz falta agora.
Guardo as lembranças e bobagens num canto escondido. Lustro-as para mim mesma.
Não vou dizer para vocês o que me causa dor. Vocês diriam que é pura bobagem.
Mas daquele sorriso bobo, eu não esqueço.

2 comentários:

MI disse...

Que coisa linda, Deise! Sempre lembro de ti quando assisto ao Jô. Beijo da Mi...

BlogTudoMentira disse...

Olá!
Adorei o que escreveu! O final ficou demais:
"... Mas daquele sorriso bobo, eu não esqueço."

Ganhou mais um leitor !

Abs!
Tiago
www.tudomentira.com.br

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