Ele não ia dar a mão para ela.
A mão dele, não era dela.
Ela juntou seus caquinhos e empilhou: Jurou que só ia sorrir de novo daquele jeito bobo, quando alguém sorrisse para ela primeiro, um sorriso de exclusividade. Mas sabia que se ele, sorrisse para ela de volta, Estaria lá, brilhando a falsa alegria que ele sempre lhe trazia...
E ela sorriu a cada toque, e a cada suspiro... E quando ele sorria, ela queria que fosse por causa dela.
Mas não era. Nunca era. E não seria.
Ela sabia. Mas naquele dia, Chorou de saudades dos barulhos do riso dele.









2 comentários:
Tudo parece com separação... E eu desejo estar interpretando errado.
Nada dói tanto em relacionamentos - incluindo infidelidade - quanto separação.
Uma parte é arrancada e precisamos reaprender a viver sem ela.
Sempre melhoram as coisas um dia. Mas melhorar não é sarar completamente. As cicatrizes emocionais duram pra sempre.. Nunca vi alguém que tenha se tornado alguém melhor: eu sou prova viva disso.
“E ela ama, mesmo sabendo que vai chorar tantas vezes ainda.”
— Caio F. Abreu
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