Vivia de migalhas. Como um roedor nojento que era a única coisa a qual conseguia se comparar.
Qualquer resto era banquete naqueles dias. Qualquer resto pra ela servia.
E quando o resto lhe era negado, ela chorava sozinha.
Pq é na solidão que ficam os seres nojentos. Encolhidos no canto, entre o que foi rejeitado.
Existe quem aprecie roedores. Mas nunca por muito tempo.
Ficaria como tudo o que não presta: apodrecendo sozinha.
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