terça-feira, 20 de abril de 2010

Certas vezes na vida, temos vontade de cantar, de dançar, de sorrir, de compor, de esculpir, de escrever, de viver sem nem saber porque.
Às vezes me dá vontade de fazer rapel, voar de asa delta, morar na praia, comer carne de cachorro e criar cabritos. :O
Às vezes me dá vontade de colocar o dedo na garganta e jogar pra fora essas dores de estômago que aparecem quando não existem borboletas.
Eu tenho vontades estranhas, em tempos estranhos. Não quero ser normal. Acho normalidade uma chatice.
Gosto que se lembrem de mim quando ouvem uma canção, gosto que sorriam ao ler minhas cartas, gosto de pensar que faço bem pra alguém. Não pretendo ser alguém que um dia alguém sonhou, mas gosto de estar sendo isso, temporariamente.
Eu gosto de ser eu mesma, mas quando essa maluca aparece, querendo cantar, dançar, sorrir, compor, esculpir, escrever e viver eu a Deixo estar em mim. Solto-a como se soltam crianças em parques. Dou liberdade para que escolha o repertório, o público e suje-se até cansar. Quando essa garota vivaz entra em mim (opa. epa!) eu quero é aproveitar, porque a vida que ela tem, me entorpece, me enlouquece, e me fascina.
Pena que às vezes ela se vá, e ai, me faltam palavras e canções.

6 comentários:

PutzCri disse...

Rapel? Não é aquele negócio alto? Com corda? Tamos fora. Qualquer coisa mais alta que uma cadeira dá vertigem e vem a vontade de fazer coisas normais. Asa delta? Tá loko.

Caminhante disse...

Faz esses posts e depois fica sem graça porque a gente elogia...

Unknown disse...

Falou em Jô gostei...

Silvia disse...

Não é, Caminhante?

Bill Falcão disse...

É, mas você sabe que ela volta, né?
Obrigado pela presença lá em nosso niver!
Bjoooo!!

Carol Tavares disse...

Adorei teus textos, parabéns!
Combinam com muitas coisas que eu penso...

Abraço!
=))

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