Eu sempre tive as melhores. AS MELHORES.
Não, eu não as escolhi. Elas me escolheram. Eu poderia ser a amiga de tantas garotas quantas me quisessem nesse mundo, mas acabei sendo escolhida pelas melhores. SIM, AS MELHORES.
Tenho uma pilha de grandes mulheres, que são as irmãs que me escolheram e as que eu não quero ver partir.
Choro pelas que foram, mas ninguém sai de um lugar onde é feliz.
Se abrem as portas e desocupam minha varanda é pq não sorriam como as que permanecem agora, sentadas comigo.
E eu, que sempre escolho a palavra "desculpa" e acho que "Faço tudo errado sempre", troco o tema do dia e digo "Obrigada" para as melhores do mundo.
Obrigada por serem, por ficarem, por permanecerem.
Obrigada GATONAS, Obrigada Trio Ternura. Obrigada Amigas de todos os tempos, das que ficaram por pouco tempo, por muito tempo, pra sempre.
Obrigada por me fazerem ser melhor, por me fazerem acreditar nas pessoas.Obrigada por me darem cor, quando tudo estava cinza, por me darem músicas quando tudo foi silêncio, e principalmente, obrigada por lerem quem eu sou calmamente. Não é possível me amar de verdade antes do terceiro capítulo.
E eu acordei nostálgica,e acordei feliz.
"Acho que o amor era muito pouco pra gente, dai inventaram a amizade..."
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domingo, 24 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Não estava mais com a marca cinza que costumeiramente carregava nos olhos, não tinha mais o sorriso cansado que a estava acompanhando.
Ela estava dando sorrisos de verdade para ela mesma, como não dava já fazia algum tempo.
Estava sozinha. SOZINHA.
Não tinha mão nenhuma para procurar quando acordava, mas podia contar com as suas para levantar das quedas que não paravam de acontecer.
Tinha medo, mas agora, quando olhou no espelho, sem querer, só porque o espelho estava diante dos seus olhos, gostou do que viu. E sentiu uma vontade imensa de viver.
Ela gostou do que viu, porque estava na claridade agora. Sem sombra ofuscando seus olhos, ela pode ver: Uma adulta. Uma mulher. Sozinha. Feliz. Resolvendo-se. Descobrindo-se.
Uma mulher bonita, até. Especialmente quando sorria.
Mas quem a conhece sabe: ela sorri o tempo todo.
sábado, 16 de junho de 2012
Estou chorando. De verdade. Lágrimas pesadas de "nada". Não é dor, nem saudade, nem nada... É só um jeito de celebrar o fim.
Um jeito de dizer que "Acabou, mas estou vivendo. E sei que você sobreviverá. Sei que o que foi bom ficou na fotografia, sei que o que não foi, trará lágrimas para nós dois por muitos dias.
Acabou. Mas eu ainda quero te abraçar se eu estiver muito cansada, e de vez em quando eu vou chorar te pedindo desculpas por ser assim.
Acabou, mas eu ainda sou "papoula da índia" e ainda sou a garotinha do papai.
Acabou, mas não foi por mal, não foi por nada... Nada foi por acaso...
Acabou... E vai doer, mas vai passar"
Um jeito de dizer que "Acabou, mas estou vivendo. E sei que você sobreviverá. Sei que o que foi bom ficou na fotografia, sei que o que não foi, trará lágrimas para nós dois por muitos dias.
Acabou. Mas eu ainda quero te abraçar se eu estiver muito cansada, e de vez em quando eu vou chorar te pedindo desculpas por ser assim.
Acabou, mas eu ainda sou "papoula da índia" e ainda sou a garotinha do papai.
Acabou, mas não foi por mal, não foi por nada... Nada foi por acaso...
Acabou... E vai doer, mas vai passar"
terça-feira, 12 de junho de 2012
Foi avisada desde o início, e sabia onde estava pisando. Mas, com seu jeito desajeitado e as doses que bebeu no caminho, se desequilibrou e caiu.
Ele não ia dar a mão para ela.
A mão dele, não era dela.
Ela juntou seus caquinhos e empilhou: Jurou que só ia sorrir de novo daquele jeito bobo, quando alguém sorrisse para ela primeiro, um sorriso de exclusividade. Mas sabia que se ele, sorrisse para ela de volta, Estaria lá, brilhando a falsa alegria que ele sempre lhe trazia...
E ela sorriu a cada toque, e a cada suspiro... E quando ele sorria, ela queria que fosse por causa dela.
Mas não era. Nunca era. E não seria.
Ela sabia. Mas naquele dia, Chorou de saudades dos barulhos do riso dele.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Imaginar que algo bom vai acontecer, já me faz sorrir.
Trabalho com possibilidades, com sonhos, com pequenos projetos pessoais que geralmente fracassam.
Não me importo que as coisas não aconteçam, quando as desejei já foram verdade pra mim.
E quando nada dá certo, eu mudo os planos, reinvento. Não choro mais os sorrisos que se apagam. Lustro a memória para que não se percam ali.
Porque é na minha imaginação que tudo começa, e é na memória que acontecerá para sempre.
Trabalho com possibilidades, com sonhos, com pequenos projetos pessoais que geralmente fracassam.
Não me importo que as coisas não aconteçam, quando as desejei já foram verdade pra mim.
E quando nada dá certo, eu mudo os planos, reinvento. Não choro mais os sorrisos que se apagam. Lustro a memória para que não se percam ali.
Porque é na minha imaginação que tudo começa, e é na memória que acontecerá para sempre.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
1 "Que gritem"
Olho para os últimos atos sem arrependimentos. Não há corpos guardados em armários, nem arranhões profundos na minha própria carne.
Há lascas, copos quebrados, paredes pinchadas com palavrões, mas quando não existirão?
A Sensação é de dever cumprido. Havia algo para ser feito, e eu o fiz. Havia uma rota, uma rota de colisão. Sim, quebramos os copos, mas os joelhos estão sãos.
Fechei portas, mas mantive a varanda sempre aberta. E quem não mais vier sentar-se a sombra da minha varanda, e não mais beber em meus copos trincados de vidro barato, é porque não quis.
Eu amei. Do jeito que só os tolos amam. Eu tentei, do jeito que só os insanos tentam. Insisti em coisas que há muito eram fracasso para permitir que sorrissem mais um pouco. E pouco a pouco, percebi que o sorriso alheio era lágrima em mim.
Pois então, que riam agora. Que seus ruídos já não chegam em meus ouvidos.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Sofro pelo que não vejo. Pelo que imagino.
Sofro não pelo que me dizem, mas pelas coisas que imagino que falam na minha ausência.
Sofro. Sofro porque a minha imaginação pode ser muito pior que os fatos.
Sofro por querer ser querida, por querer ser importante, por querer que me olhem e vejam o que eu sou.
Eu sofro porque sou burra mesmo.
Sofro não pelo que me dizem, mas pelas coisas que imagino que falam na minha ausência.
Sofro. Sofro porque a minha imaginação pode ser muito pior que os fatos.
Sofro por querer ser querida, por querer ser importante, por querer que me olhem e vejam o que eu sou.
Eu sofro porque sou burra mesmo.
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