Enquanto eu fazia mais uma piadinha sem graça sobre a gripe A recebo notícias suspeitas.
Para quem não leva as advertências da Vigilância Epidemiologica, Secretaria de saúde e todos os puta merdas barulhentos que andam por ai anunciando o H1N1 um alerta. A coisa tá feia, é de verdade e máscaras, luvas e álcool em gel não fazem mal a ninguém.
Evitem lugares lotados, evitem esses beijinhos de maricas e se cuidem.
Eu estarei me cuiidando, de quarentena com o Pequeno Príncipe.
domingo, 9 de agosto de 2009
5 ...
Porque não ponto final? Porque reticências, exclamações e interrogações me interessam mais.
É um modo de não encerrar aquilo que um dia me fez feliz.
Manter os laços, as lembranças, os presentes e bilhetes. Ouvir as antigas músicas, sentir o cheiro e relembrar frases e fases. Reticências me interessam mais do que um ponto final.
Não colocar ponto final, não significa deixar a porta aberta para que tudo volte a acontecer. É apenas deixar as lembranças irem e voltarem quando bem entenderem, é ter a sensação de que não se finda o que um dia começou. Não pontuar com um “acabou” as histórias que vivi, é poder reviver sozinha tudo o que um dia eu vivi com alguém.
Não colocar ponto final é ter espaço pra perdão, pra conversa e pra renegociação.
Afinal, para que servem as reticências, senão para deixar as coisas prosseguirem da onde se parou. Ou não. Reticências me interessam porque não explicam, não encerram e não definem. As reticências me deixam entender tudo, do jeito que eu quiser.
Exclamações me interessam mais que ponto final. Exclamações me interessam como me interessa saber como está a vida, como estão os planos, como está o sorriso torto e tão delicioso, e quantas vezes ele vem naquela boca quando lembra de mim. Exclamações marcam as frases onde exclamo de saudade, de vontade, ou de lamentação. As exclamações fazem um ponto final parecer pura bobagem.
E eu paro e penso: Porque não ponto final? Porque o ponto final não agrada, não entende e não perdoa. O ponto final não me da as respostas que preciso. O ponto final não me consola, não me deixa imaginar. E quanto eu interrogo, porque não ponto final, a resposta vem baixinho, quase inaudível: Porque reticências, exclamações e interrogações me interessam mais.
E onde as pessoas vêem um ponto final, eu vejo apenas reticências.
É um modo de não encerrar aquilo que um dia me fez feliz.
Manter os laços, as lembranças, os presentes e bilhetes. Ouvir as antigas músicas, sentir o cheiro e relembrar frases e fases. Reticências me interessam mais do que um ponto final.
Não colocar ponto final, não significa deixar a porta aberta para que tudo volte a acontecer. É apenas deixar as lembranças irem e voltarem quando bem entenderem, é ter a sensação de que não se finda o que um dia começou. Não pontuar com um “acabou” as histórias que vivi, é poder reviver sozinha tudo o que um dia eu vivi com alguém.
Não colocar ponto final é ter espaço pra perdão, pra conversa e pra renegociação.
Afinal, para que servem as reticências, senão para deixar as coisas prosseguirem da onde se parou. Ou não. Reticências me interessam porque não explicam, não encerram e não definem. As reticências me deixam entender tudo, do jeito que eu quiser.
Exclamações me interessam mais que ponto final. Exclamações me interessam como me interessa saber como está a vida, como estão os planos, como está o sorriso torto e tão delicioso, e quantas vezes ele vem naquela boca quando lembra de mim. Exclamações marcam as frases onde exclamo de saudade, de vontade, ou de lamentação. As exclamações fazem um ponto final parecer pura bobagem.
E eu paro e penso: Porque não ponto final? Porque o ponto final não agrada, não entende e não perdoa. O ponto final não me da as respostas que preciso. O ponto final não me consola, não me deixa imaginar. E quanto eu interrogo, porque não ponto final, a resposta vem baixinho, quase inaudível: Porque reticências, exclamações e interrogações me interessam mais.
E onde as pessoas vêem um ponto final, eu vejo apenas reticências.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
12 Blog Novo UAU!!!
Um espaço branquinho pra eu avacalhar, ops quer dizer interagir com meus blogueiros favoritos. Uma belezura.
Em primeiro lugar, que fique bem claro que eu sou uma pretenciosa, narcisista e patricinha que acredita que o Jô PRECISA me entrevistar. O pessoal do PutzCri, acha que eu devo negociar minha ida apenas para o ano que vem, enviando uma carta muito bem humorada, explicando que já estou ocupadíssima até o fim do ano em exercício. Mas como eu sou facinha, to ai, esperando o Jô ligar.
E vocês sabem porque o Jô tem que me entrevistar? A Kellen Rodrigues sabe. Na verdade, a Kellen sabe de tudo! Ow garota esperta! Quando eu ser ex-BBB (tipo, bem subcelebridade) ela vai ser minha acessora de imprensa, inclusive. Mas voltando ao Jô Soares, ele deve me entrevistar porque eu fiz uma lista das 8 coisas para se fazer antes de morrer e um dos itens é descobrir o que tem dentro daquela caneca. E outro item é colocar uma foto com a caneca no meu orkut, e o outro é ter a caneca na estante da sala.
Não, eu não sou um gênio, uma figura caricata, uma mulher surpreendente, uma pessoa cult, inteligentíssima, brilhante. Não, a minha bunda não é muito, muito dura e eu ainda não comprei meu par de peitos novos. Não, eu não fiz programas sexuais para ganhar a vida dignamente e nem grito na rua “Descascador de legumes” e também não tenho um carro de som que canta: “Olha o peixe” mas tenho certeza que o Jô ia adorar conversar comigo, por pelo menos um bloco.
Então, o estilo do blog continua o mesmo (meu blog tem um estilo?) só que de novo nome para que eu possa comover aquele gordo brilhante e sua produção super competente (Sabem como é neh? Puxação de saco sempre cai bem!) e um dia, finalmente, tomar na caneca e parar de tomar no... bom deixa pra lá.
Se o Jô não me chamar, pelo menos o nome do blog é mais mocinho, menos criança retardada e emo, porque vocês sabem, as pessoas tem que evoluir.
Em primeiro lugar, que fique bem claro que eu sou uma pretenciosa, narcisista e patricinha que acredita que o Jô PRECISA me entrevistar. O pessoal do PutzCri, acha que eu devo negociar minha ida apenas para o ano que vem, enviando uma carta muito bem humorada, explicando que já estou ocupadíssima até o fim do ano em exercício. Mas como eu sou facinha, to ai, esperando o Jô ligar.
E vocês sabem porque o Jô tem que me entrevistar? A Kellen Rodrigues sabe. Na verdade, a Kellen sabe de tudo! Ow garota esperta! Quando eu ser ex-BBB (tipo, bem subcelebridade) ela vai ser minha acessora de imprensa, inclusive. Mas voltando ao Jô Soares, ele deve me entrevistar porque eu fiz uma lista das 8 coisas para se fazer antes de morrer e um dos itens é descobrir o que tem dentro daquela caneca. E outro item é colocar uma foto com a caneca no meu orkut, e o outro é ter a caneca na estante da sala.
Não, eu não sou um gênio, uma figura caricata, uma mulher surpreendente, uma pessoa cult, inteligentíssima, brilhante. Não, a minha bunda não é muito, muito dura e eu ainda não comprei meu par de peitos novos. Não, eu não fiz programas sexuais para ganhar a vida dignamente e nem grito na rua “Descascador de legumes” e também não tenho um carro de som que canta: “Olha o peixe” mas tenho certeza que o Jô ia adorar conversar comigo, por pelo menos um bloco.
Então, o estilo do blog continua o mesmo (meu blog tem um estilo?) só que de novo nome para que eu possa comover aquele gordo brilhante e sua produção super competente (Sabem como é neh? Puxação de saco sempre cai bem!) e um dia, finalmente, tomar na caneca e parar de tomar no... bom deixa pra lá.
Se o Jô não me chamar, pelo menos o nome do blog é mais mocinho, menos criança retardada e emo, porque vocês sabem, as pessoas tem que evoluir.
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