Se quiseres rir, ria.
Se tiver vontade de dançar, dance.
Fique a vontade diante da minha lente: Ela só aumenta o que é bom em você.
Deixa eu cheirar você, pra decorar
Deixe eu tocar você, só para me lembrar quem você é.
Sorria e dance, baby...
Eu só quero mais um pouco do que você pode me dar...
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
0 Bonecas de Cera
Eu sigo brincando de vida. Mas meus brinquedos não são vidas alheias. É a minha: tediosa, complexa, triste, enfadonha. Minha vidinha de quem fracassa. E vence. E falha, e pede perdão. E é magoada, e perdoa.
Eu vou brincando de vida, mas cuido de quem está na minha estante: são conquistas, jamais troféus.
Vou brincando de vida, do mesmo modo que brincava com as bonecas: quero cuidadas, bem vestidas, bem penteadas, satisfeitas. Não gosto de bonecas que choram. Gosto das que pedem colo de mãe.
Eu sorrio quando olho os meus brinquedos saciados. É tão bom que não queiram ser emprestados. É tão bom que gostem de estar ao alcance das minhas mãos...
Gosto de brinquedos com vida própria e independente, mas gosto mais dos que sabem que meu colo é um bom lugar. Gosto dos brinquedos que não esquecem de quando monto suas pernas ou encontro seus sapatos perdidos no bau.
Que permaneçam na minha estante: jamais criarão pó.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Acho que existe um tipo de verdade que fica clara no dia do seu aniversário: Se mais que 5 pessoas (não sendo seu pai e sua mãe) disserem que você é bom, gentil, especial, batalhador e alegre, talvez não seja apenas gentileza.
As pessoas elogiam em mim, coisas que habitualmente não leio em qualquer mural do facebook, então, tomo como verdade, sorrio vaidosa e sigo em frente.
Eu sou só uma garota legal, que de vez em quando se vende pra um sistema meio bruto.
As pessoas elogiam em mim, coisas que habitualmente não leio em qualquer mural do facebook, então, tomo como verdade, sorrio vaidosa e sigo em frente.
Eu sou só uma garota legal, que de vez em quando se vende pra um sistema meio bruto.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Jamais duvidou de tanto amor que sentiu. De todo o amor que quis dar. Mas cansou de tanto amar. De tanto doar. De tanto esperar. Deixou-a livre, e ela não voltou. Deixou-a livre e as promessas de "para todo o sempre" não suportaram muito tempo.
Na verdade, as promessas de "para todo o sempre" costumam se apagar quando o álcool sai do sangue.
Certamente Amava muito. Pensava todos os dias em perguntar "Você ainda me ama?" e ter aquelas conversas malucas, que não podia ter com mais ninguém...
Mas ela sabia que não adiantava sozinha buscar o que alguém não estava disposto a doar.
Ela não me daria mais tudo aquilo que eu buscava, porque o que eu podia oferecer era pouco,pra tudo que ela merecia.
Na verdade, as promessas de "para todo o sempre" costumam se apagar quando o álcool sai do sangue.
Certamente Amava muito. Pensava todos os dias em perguntar "Você ainda me ama?" e ter aquelas conversas malucas, que não podia ter com mais ninguém...
Mas ela sabia que não adiantava sozinha buscar o que alguém não estava disposto a doar.
Ela não me daria mais tudo aquilo que eu buscava, porque o que eu podia oferecer era pouco,pra tudo que ela merecia.
domingo, 30 de setembro de 2012
Ele: Tu me perdoa?
Ela: Pq?
Ele: Por não ter te dado nada do que você merecia...
Ela: Só se tu me perdoar por não ser contente com tudo o que você me deu.
e ela, chorou. Pq ele podia dar tudo, e pra ela, era pouco. Pq pra ela, o mundo era um conta gotas em suas mãos.
Pra ela, o pouco bastava e o tudo era pouco. No mesmo momento. Ela era capaz de agradecer pelo vento, e amaldiçoar um presente.
Ela sofria de insatisfação cronica. Com ela, com ele, com o tudo ao seu redor.
Ela estava bem cansada de nunca estar satisfeita.
Comeu um chocolate, que não satisfez seu desejo por algo que fosse doce, de fato.
Ela: Pq?
Ele: Por não ter te dado nada do que você merecia...
Ela: Só se tu me perdoar por não ser contente com tudo o que você me deu.
e ela, chorou. Pq ele podia dar tudo, e pra ela, era pouco. Pq pra ela, o mundo era um conta gotas em suas mãos.
Pra ela, o pouco bastava e o tudo era pouco. No mesmo momento. Ela era capaz de agradecer pelo vento, e amaldiçoar um presente.
Ela sofria de insatisfação cronica. Com ela, com ele, com o tudo ao seu redor.
Ela estava bem cansada de nunca estar satisfeita.
Comeu um chocolate, que não satisfez seu desejo por algo que fosse doce, de fato.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Não aguento mais ter que ceifar meus textos, Ter que censurar e medir o tempo todo a alma sem medida. (...)
Se eu falo que estou fudida é porque todos estamos, mas alguns, preferem apenas dizer que estão ferrados.
Não vou amenizar palavras, se não posso amenizar meus sentimentos. Não vou amenizar a dor, porque fugir da dor, é fugir da própria cura.
E eu vou escrevendo mentalmente, coisas que não posso publicar. Eu vou escrevendo mentalmente, coisas que nem eu não gosto de ler.
domingo, 2 de setembro de 2012
Ela gostava de estar sozinha. Mas odiava sê-lo o tempo todo. Odiava sentir-se sozinha.
Odiava sentir toda aquela vontade de viver e ter que trancá-la junto com a imaginação.
As pessoas não eram tão legais quando vistas de perto.
Ficavam feias em fotos maiores.
Ficavam feias quando olhavam nos olhos. Ficavam feias quando insistiam em ficar longe dos olhos dela.
Ela não queria ser pessimista: ela nunca era pessimista.
Ela era doce, mas as lágrimas salgavam a pele e morriam pouco antes do seu queixo furado, nos lábios que inchavam quando ela chorava.
Ela era doce, mas seu gosto já não estava sendo sentido por ninguém, e ela tinha pena de ter tanto carinho, tantas piadas, alguns vestidos e uma pele macia, e simplesmente, não ter ninguém que apreciasse nada disso.
Ela estava cansada de ter tanta coisa boa pra ensinar, tanta disposição pra aprender e de estar ali, sozinha, com as luzes meio apagando, com os olhos semi cerrados e com o coração, transbordando de sentimentos que ela não podia controlar.Ela estava tão cansada que imaginou como seria voltar para o lugar de onde tinha saído, Como seria se não tivesse explodido todas as portas e se pudesse sentar no chão daquela casa cheia de cores onde ela morava não fazia muito tempo, e como seria se sentisse amada de novo, como ela já tinha sido um dia.
Ela estava cansada de ser ruim, pq não era genuinamente ruim. Estava corrompida. Tinha se vendido. Tinham lhe roubado a bondade.
Mas lhe devolveriam, e ela já sabia.
Odiava sentir toda aquela vontade de viver e ter que trancá-la junto com a imaginação.
As pessoas não eram tão legais quando vistas de perto.
Ficavam feias em fotos maiores.
Ficavam feias quando olhavam nos olhos. Ficavam feias quando insistiam em ficar longe dos olhos dela.
Ela não queria ser pessimista: ela nunca era pessimista.
Ela era doce, mas as lágrimas salgavam a pele e morriam pouco antes do seu queixo furado, nos lábios que inchavam quando ela chorava.
Ela era doce, mas seu gosto já não estava sendo sentido por ninguém, e ela tinha pena de ter tanto carinho, tantas piadas, alguns vestidos e uma pele macia, e simplesmente, não ter ninguém que apreciasse nada disso.
Ela estava cansada de ter tanta coisa boa pra ensinar, tanta disposição pra aprender e de estar ali, sozinha, com as luzes meio apagando, com os olhos semi cerrados e com o coração, transbordando de sentimentos que ela não podia controlar.Ela estava tão cansada que imaginou como seria voltar para o lugar de onde tinha saído, Como seria se não tivesse explodido todas as portas e se pudesse sentar no chão daquela casa cheia de cores onde ela morava não fazia muito tempo, e como seria se sentisse amada de novo, como ela já tinha sido um dia.
Ela estava cansada de ser ruim, pq não era genuinamente ruim. Estava corrompida. Tinha se vendido. Tinham lhe roubado a bondade.
Mas lhe devolveriam, e ela já sabia.
Assinar:
Postagens (Atom)










