quarta-feira, 3 de março de 2010

Meu humor assim como eu não é algo extremamente confiável. Então vou ignorar a vontade de cortar os pulsos de hoje a tarde e declarar que eu sou uma pessoa feliz. Instável, porém feliz.
Sei que não sou daqui, sempre soube. Mas como conviver e fazer feliz quem é "normal"?
Não que eu seja melhor, eu só sou diferente. E isso quase sempre é ruim.
Porque quando você não é feito naquela fôrma, daquele jeito que todo mundo é, geralmente vc é mal interpretado.

Tenho quase certeza, que eu não sou daqui!

E sim, diário é blog, se eu quiser! (QuiZer é pra gente burra Deise Duarte!)

8 Esconderijo...

Oi, alguém poderia fechar a cortina para eu dormir mais uns 20 anos?
E acordar quando todas as perguntas já tiverem sido devidamente respondidas pelo meu silêncio e/ou pelas minhas lágrimas.
Alguém poderia dizer pra minha cabeça parar de fazer barulho e deixar as coisas onde estavam até onde eu ainda sabia das coisas que deveriam estar em seus lugares.
Foi só uma pergunta incômoda e necessária, mas eu preferia dormir 20 anos, do que descobrir que ela ainda não foi respondida com todas as coisas boas que eu pensava ter feito.
Oi, alguém me dá Rivotril (em atacado, please!) para eu dormir mesmo que a luz das tuas perguntas entrem no meu quarto, no meu sonho e na minha alma.
Oi, alguém podia também me dar um tiro, pq nem eu me suporto com todo esse mimimi nhenhenhem que to hj.

Pensa numa pessoa chata?

segunda-feira, 1 de março de 2010

14 #NOBCriciúma4

Confesso que eu estava ansiosa pela noite de sexta-feira. Não só pelas @’s que eu já seguia e adorava, mas pela possibilidade de conhecer aqueles que não apareciam na minha timeline. E confesso agora, nesse momento pós nob que em tudo as minhas expectativas foram superadas.
A noite começou bem, com a carona da @judacoregio e a companhia da @bibi_diva(que é muito mais bonita pessoalmente do que eu imaginara pelo seu avatar).
Ao chegar no La Bodega fui muito bem recepcionada pelo @lipecasagrande, que conseguiu ser mais simpático e adorável pessoalmente do que já o considerava em seus tweets. Assim que localizei @priscilaadv, @rchicuta, @quelencosta e @nycoliydias, me senti à vontade para pedir uma bebidinha, devido ao estado já alcoólico da trupe. Fiquei realmente impressionada quando o @tgfernandes me reconheceu, porque esperava certo anonimato com aquela foto minúscula do avatar. Só que todos me identificavam com facilidade, sou mesmo uma pessoa muito óbvia.
Caminhei pelo bar a noite inteira. Inquieta, ansiosa, nervosa, como observou o @macacosapiens que preferiu manter-se no anonimato para não perder o desafio “eu bebo 12 shots e vc” já que deve ter observado o alto nível (de álcool) dos outros competidores.
O @defranca deveria ter ido, pé quebrado coisa para fracos!
Fiquei contente ao ser cumprimentada pelo @Misteriouskin e feliz da vida quando indentifiquei o @profmichel.
Estava no balcão, pedindo um nescau que deixa bêbada, e descobri que o @pedropra que já tinha me feito rir com as piadinhas no encontro, mas não estava devidamente identificado. Devo ter feito uma cara super empolgada ao descobrir quem ele era porque ele riu de mim enquanto eu apertava sua mão.
Me surpreendi com @manicomio que se aos “quatorze anos” já tem aquelas tiradas excelentes, será um humorista aos 22.
E falando em pessoas que mentem a idade, @renatacanonica estava lá. Toda linda, toda fofa como sempre! E a @milora_ queridíssima minha, deve ter ficado trancada no banheiro, por algumas horas, no mínimo! Senti a ausência. Levei bronca por não ficar paradinha do lado delas, mas é que eu precisava ouvir histórias como a do @themoura sobre sua vida no mundo do crime, é meu ídolo. Aquela coisa sabe, sempre quis um amigo bandido!
Esqueci de pagar a batata para o @iuricardoso!
O @lucasreus não foi capaz de dar um “oi” para essa pobre seguidora, mas tudo bem, eu sobrevivo já que a @vafeltrin me surpreendeu quando disse que lê meu blog, com ela contablizo três acessos por dia. Beijo especial pra ti, Vanessa!
E acho que a maior alegria pra mim (não, não foi o nescauzinho do capeta) foi o @seuputz dizendo que adora o que eu escrevo. Credo, vindo de você Tonhão não é só um elogio, é música para meus ouvidos.
@sakae cismou que meu marido foi um ser inventado para evitar cantadas inconvenientes. A idéia até que é boa, mas sim, ele existe. Ou pelo menos existia até eu ir sozinha para um encontro com vocês.
Eu sobrevivi a noite, e olha que nesse pacote apareceu até garota bêbada vomitando enquanto eu dizia “Vomita, vomita que vai te fazer bem”.
La Bodega me surpreendeu positivamente, @radiocriciuma me deixou tão gorda nas fotos que posso dizer que também me surpreendeu (a culpa é das fotos, ok?) e as várias pessoas que conheci e talvez não mencionei por que a memória é falha, fizeram esse encontro valer a pena.
Não existem caracteres para mencionar minha satisfação.
E é só isso que eu tinha pra hoje =D

P.S: Como eu já sabia, ia esquecer de gente mui importante: @Milho (meu sonho era seguir vc, e eu admito que não mencioná-lo no post foi para disfarçar. @misterjackson (Simpatia pura...se eu não tivesse tomado aquele nescau, o teria citado, com certeza!)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

23 Bislau, eu tenho medo de vc!

Vejam bem, eu disse BISLAU!
Tenho muitos medos infundados e alguns bem infantis e retardados o que não é nada diferente do que geralmente eu sou, mas um dos temores da minha vida, um dos traumas que minha mente guardou pra causar pesadelos é a bolacha Bislau.
Meu pai (coitado, homem bom) ia ao supermercado apenas uma vez por mês, com seu salário apertado fazia milagres e para nos agradar sempre trazia um pacote de bolacha Bislau de 1 kg. (desculpa pai, mas não dava certo o agrado...)
Ai realize! Eu e meu irmão, esfomeados e carentes abríamos aquele pacote de biscoito, catávamos as rosquinhas com cobertura de açúcar cristal e as bolachinhas de chocolate e deixávamos o pacote mal fechado dentro do armário, na esperança que alguém mais esfomeado que a gente acabasse com as bolachas malditas; mas meus pais com seus incríveis corações generosos não tocavam em um só biscoito para que a gente pudesse comer. Moral da história? Um saco de bolacha murcho e chechelento que não podia ir pro lixo nem a pau.
Papai e mamãe, a culpa dos meus traumas infantis é de vocês. Por favor, tirem essa bolacha Bislau daqui, tirem, tirem! Sim, ela ainda deve existir em alguma prateleira de supermercado, só me esperando passar para pular dentro do carrinho. Eu sinto isso!
Eu sei que a intenção era boa, mas de boas intenções os consultórios psiquiátricos estão cheios.


Não me atrevi a colocar um pacote da marca mencionada para evitar problemas para dormir.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

9 #NOBCriciúma4

Ontem a noite eu recebi visitas pra um churrasquinho e a gente bebeu Velho Barreiro com suquinhos coloridos. Foi ótimo. E o motivo para eu escrever sobre isso hoje, é que essa semana a gente vai ter muito mais que Velho Barreiro e muito mais do que nossas poucas @'s juntos.
Acho que todo mundo já tá se sentindo muito mais que convidado para o #NOBCriciuma4  mas hj eu resolvi reforçar, para não correr o risco de alguém vir na semana que vem dizer "Não fui porque ninguém me convidou!" Então, não me venham com churumelas no sábado se ficarem com piriri na sexta a noite. Deixem os ataques, os problemas, a enxaqueca, o estômago podre para o sábado,quando estiverem podres da ressaca depois de tentarem vencer o desafio que vai alegrar muito o tiozinho dono do bar.
Eu Vou, e espero que aqueles queridos que eu sigo estejam lá porque se são queridos em 140 caracteres, imaginem em palavras sem fim e etílicas?
Os shots custam oito reais, mas ver se vocês são bonitos como em seus avatares NÃO TEM PREÇO!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

11 Portas giratórias e a minha sensibilidade

Qualquer vivente desse mundo já passou por vexame ou nervoso ou ataque de pelhanca ao tentar entrar numa agência bancária.
É claro que comigo é pior, porque comigo tudo sempre é pior. A Lei de Murphy chama assim para proteger a minha identidade, porque é baseada em  fatos reais da minha vida. Mas ta...então, essa pessoa com cara de assaltante de banco, bandida e perigosa que vos escreve resolve ir ao banco fazer um depósito. Dai, tem a tal da porta giratória, coisinha dos infernos, pavor de qualquer mulher que anda com uma big bolsa. Chego lá e com toda a classe que eu não tenho, tiro o celular e a chave. Não passo! Tiro a carteira com moedas. Não passo! Começo a ficar tensa com a fila que vai se formando atrás de mim. Volto pro povo poder passar. Olho desesperada pro "seu guardinha" com uma carinha de delicada, bonitinha, queridinha, trabalhadora, com olhos de "não sou uma assaltante" e ele diz: Essa tua blusa ai tem acessórios de metal. E eu, com cara de "ãh?" Ele queria o que? Que eu tirasse??? Ta, a ideia até podia ser boa moço, mas não! Não agora e nem aqui!
Pediu para olhar a minha bolsa e eu mostrei. Olhou minha necessaire e perguntou Ai dentro não tem nada de metal?  e eu Não..só maquiagens. E ele pra fila que se formava a minhas costas (/medo) Ela não sabe o que é metal.
Eu ia xingar, mas veio o choro na garganta. Fiquei quieta, peguei minha bolsa e com cara de cachorro sem dono pedi: "Me deixa entrar?"
Ele deixou e disse como se fosse simpático To só fazendo meu trabalho, moça!
Disse que eu tenho cara de marginal e ainda me chamou de burra.
Deu vontade de mandar ele enfiar o protocolo no c*, mas depois do carnaval, isso poderia afetar a memória afetiva dele e enfim..ele sair cantando pro mundo, feliz.
Preferi imaginar ele dando o rabo pra minha raiva passar.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

10 Sobre "A la la ô"

Em maio do ano passado um senhor, maior cara de pai de família, funcionário público, barba por fazer, sem sotaque gaúcho aparece lá na loja pedindo para dar uma olhada nas perucas, e diz: "É pro carnaval,Que aí eu já deixo guardado.É mais barato agora do que na época do carnaval não é?". Não, não é. Não essas perucas que imitam cabelo de gente normal, mas como boa vendedora comissionada que sou, disse que sim.
Então em maio, ele comprou a primeira. Depois apareceu pra buscar uma para uma amiga. E agora apareceu lá, pra comprar mais uma porque as outras ele já usou em outros carnavais.
Mais até onde eu sei, carnaval é em fevereiro e ele não deve ter usado no carnaval de inverno não. Quando ele apareceu nessa semana sabe o que eu sugeri?  "Leva essa loira aqui. é bem comprida, diferente de todas que tu já levou e se tu passar uma base e um blush levinho, vai ficar lindo."
Ele me olhou com um sorriso cumplice e disse "Tu acha que ninguém vai me conhecer no Carnaval?"
Eu sorri de volta.
"Não querido, pode dar a vontade que ninguém vai te reconhecer!"
Pensei em sugerir lentes de contato, mas achei que ia estar me intrometendo demais.
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