Eu imagino que a maioria dos meus (três) leitores está com saudades de me ver reclamar da vida. Sim, eu ando muito emo, falando muitas coisas fofinhas e não ando contando os meus desastres no maior estilo Big Blog Brasil. Não pensem que é porque a boca anda boa não, povo. Continuo sendo uma fudida, mal paga, lutando contra a balança e atrás do sapato perfeito que custe menos que cinquenta real.
Eu continuo fazendo faxina no domingo, sendo que o que eu realmente queria era me jogar com força numa piscina de água termal, tomando Lambrusco e fazendo massagem com cremes com cheiro de frutas. Eu continuo me ferrando na vida e me divertindo porque nasci pra desgraça, só pode.
Ainda procuro um emprego onde eu ganhe R$ 1.500,00, comece como gerente e use o msn o dia inteiro. Eu ainda quero dizer que eu como de tudo e não engordo. Eu ainda não achei um jeito de dominar o mundo. E nem a mim mesma.
Hoje eu tô bem chata E Com muita saudade disso aqui =S
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
2 Chovendo no molhado, sem medo
Já falei tantas vezes que Ele é o melhor do mundo. Hoje eu só queria lembrar. Leiam, porque eu escrevo para que vocês leiam, mas escrevo ainda mais para nunca esquecer, dessas ondas de amor, que eu sinto agora. Que eu sinto desde o dia que ele começou a ser pra mim, o que muitos têm desde que nasceram.
Queria abraçá-lo e com todo o amor que sinto fazê-lo entender que há coisas que não precisam ser entendidas, apenas sentidas. E que portanto, você não precisa entender porque eu sou desse jeito, apenas precisa respeitar essas coisas que eu sinto e que eu sou.
Eu queria dizer que posso não ser o que você sonhou, mas eu sou o melhor que eu posso. E que se isso é pouco, é porque eu sou mesmo pequena e incapaz, mas uma garotinha incapaz cheia de vontades de acertar.
Queria que não se envergonhasse. Não tivesse pena. Não sentisse raiva de mim.
Queria que me colocasse no tanque da tua moto e me levasse pra passear. Queria que dançasse comigo aquelas músicas toscas do Leandro e Leonardo que a gente dançava nos sábados à tarde.Queria ficar colada de novo com super bonder na beirada da tua cama, só pra te ouvir dizendo que nunca mais ia me tirar dali, e que eu teria que andar com o lençol pendurado. Queria que me levasse para fazer exames de sangue, só pra na volta me dar um Chocoleite e um pastel de carne e ovos...Queria caber de novo nos caminhões de madeira que tu fazia pro mano.
Ai Pai, eu queria fazer 15 anos de novo, e dançar contigo uma valsa desajeitada. E te dar a primeira fatia de bolo. Eu queria que penteasse os meus cabelos para eu ir para a escola como tu fazias num passado que pra mim nunca passou.
Eu queria ser pra sempre a tua garotinha. A que tu enfeitava com óculos grandes e colocava no sofá para bater fotos.
Ai, como eu queria, me encolher no teu colo e chorar porque tô com vontade, por mais que tu digas que ninguém chora por nada.
Pai, eu choro por nada! Eu choro porque é bonito. E agora, eu tô chorando pensando que nunca vou te mostrar esse texto. Que talvez, tu nunca vá ler nada do que eu escrevo com orgulho.
Eu choro. Choro porque talvez o que eu tenho de bonito e bom seja pouco, perto de tudo de bonito e bom que tu representa pra mim.
Eu agradeço, eu me desculpo, eu peço por ti, e pedirei, sempre e pra sempre, por que sempre serei: A garotinha do pai.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
6 E se eu for mesmo a melhor?
Você não pode saber que é bom. Na verdade, tem que fingir que não sabe.
Se faz entenderem o quanto você sabe que é, é arrogante, se finge não saber é acomodado.
Olha, não é nada fácil ser gente!
Preciso mesmo me lembrar que sou boa. Preciso mesmo ser arrogante porque não cabe mais em mim essa vida acomodada.
E quem viver, vai ver! Rá!
Se faz entenderem o quanto você sabe que é, é arrogante, se finge não saber é acomodado.
Olha, não é nada fácil ser gente!
Preciso mesmo me lembrar que sou boa. Preciso mesmo ser arrogante porque não cabe mais em mim essa vida acomodada.
E quem viver, vai ver! Rá!
terça-feira, 13 de julho de 2010
9 Oi?
Para quem quiser saber se estou viva, estou! E bem viva, bem ligada nas paradas.
Meus caquinhos estão indo para o lugar. Todos os caquinhos. Vou colocando tudo no lugar, Tirando o pó, ajeitando, e olhando como tudo fica bonito depois de organizado. Vou olhando as palavras e emprestando-as, doando-as a quem merece. Vou guardar só o que importa.
Vou trazer pra minha casa e pra minha vida só o que edifica!
E ainda há coisas pra mudar, e tipo supermiincarno em mudar dessa vez!
Ai, ando louca pra fazer um rock na casa amarela!
Meus caquinhos estão indo para o lugar. Todos os caquinhos. Vou colocando tudo no lugar, Tirando o pó, ajeitando, e olhando como tudo fica bonito depois de organizado. Vou olhando as palavras e emprestando-as, doando-as a quem merece. Vou guardar só o que importa.
Vou trazer pra minha casa e pra minha vida só o que edifica!
E ainda há coisas pra mudar, e tipo supermiincarno em mudar dessa vez!
Ai, ando louca pra fazer um rock na casa amarela!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
5 Livre pra voar
E existe tanta coisa para alcançar, tantos lugares para ir. Eu não posso simplesmente esperar.
Eu não posso simplesmente esperar o tempo passar, porque enquanto o tempo passa, as coisas acontecem: ondas quebram na praia, músicas são escritas para falar por mim, sorrisos e lágrimas estão nos rostos que eu amo.
Eu não posso esperar porque existe o que não vai acontecer enquanto eu espero. É preciso que esteja lá, pra sentir, pra viver, pra entender.
E as estrelas vão parecer tímidas enquanto eu corro na areia da praia com sapatos de salto na mão. As estrelas devem ter pensado: Pra que tanta vontade de viver? Porque elas são estrelas e sabe-se lá quanto tempo terão... O meu tempo é curto, então, eu preciso correr na praia, brincar de balanço e dançar sem ritmo até cansar.
E depois eu vou dormir, e recomeçar. Porque eu não posso esperar.
A velocidade com que o tempo corre e escorre pelos dedos me faz querer correr também. Pelas praças, pela praia, pela vida. E se o tempo for bem curto... eu gostaria de ser lembrada como uma estrela.
E aos que me ajudam a chegar perto das nuvens, obrigada!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
8 Coloque as coisas no lugar certo.
Daí, a bonitinha aqui lê uns livros fofos, vê filmes sensíveis, escreve sobre coisas que a emocionam, coisas que vem do seu coração e ninguém nem pelota.
Um dia, num acesso de fúria, ela joga um palavrão na hora certa e tem o dia twistístico mais divertido da sua vida.
Mãe, me desculpa, mas colocar o Cu na timeline foi tããão legal.
Se eu fosse famosa, com certeza faria o estilo Amy Winehouse, daria milhões de escândalos e seria a alegria das revistas de fofocas, mas a Tia Ana Maria Braga que me desculpe, melhor perder a amizade do que perder o Tweet. Coloquei o Cu na reta e vou dormir dona da frase mais retwitada do dia. Já posso começar a beber, andar sem calcinha, beijar mulheres e usar tóchicos?
E Ana querida, na nossa relação, super relacionável de executivas tão bem executivadas quero dizer que o Cu que tava lá não tinha nada haver com o teu, nem com o meu...Era um Cu ai, qualquer.
E agora deu do assunto, porque meus quinze minutos de fama já acabaram e se eu continuar falando palavrão, minha herança também vai se acabar.
Um dia, num acesso de fúria, ela joga um palavrão na hora certa e tem o dia twistístico mais divertido da sua vida.
Mãe, me desculpa, mas colocar o Cu na timeline foi tããão legal.
Se eu fosse famosa, com certeza faria o estilo Amy Winehouse, daria milhões de escândalos e seria a alegria das revistas de fofocas, mas a Tia Ana Maria Braga que me desculpe, melhor perder a amizade do que perder o Tweet. Coloquei o Cu na reta e vou dormir dona da frase mais retwitada do dia. Já posso começar a beber, andar sem calcinha, beijar mulheres e usar tóchicos?
E Ana querida, na nossa relação, super relacionável de executivas tão bem executivadas quero dizer que o Cu que tava lá não tinha nada haver com o teu, nem com o meu...Era um Cu ai, qualquer.
E agora deu do assunto, porque meus quinze minutos de fama já acabaram e se eu continuar falando palavrão, minha herança também vai se acabar.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
2 Só porque é triste o fim...
As lágrimas não eram de saudade, de dor, de contentamento, nem por nenhuma das coisas que ela soubesse dizer. Eram lágrimas por que ela chorava e pronto. Chorava porque estava viva! Chorava por que era bonito encerrar as coisas de um jeito maduro, por mais irritante que isso pudesse parecer a ela.
Ela chorava porque estava viva, como só podia se sentir quando pensava em coisas que não davam certo. Por que o que estava errado, definitivamente a atraia mais. O que não daria certo a fazia ter vontade de investir, de insistir. Era como sonhar com as coisas que não podia ter, porque elas não aconteceriam nunca, para que acontecessem sempre, em sua imaginação.
Chorava. Não esperava comoção, não queria piedade. Chorava por que estava viva, como lembrava de se sentir diante de situações que não seriam mais que pedidos de desculpas e histórias que jamais seriam, porque seriam sempre.
Ela chorava porque estava viva, como só podia se sentir quando pensava em coisas que não davam certo. Por que o que estava errado, definitivamente a atraia mais. O que não daria certo a fazia ter vontade de investir, de insistir. Era como sonhar com as coisas que não podia ter, porque elas não aconteceriam nunca, para que acontecessem sempre, em sua imaginação.
Chorava. Não esperava comoção, não queria piedade. Chorava por que estava viva, como lembrava de se sentir diante de situações que não seriam mais que pedidos de desculpas e histórias que jamais seriam, porque seriam sempre.
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